segunda-feira, 8 de abril de 2019
segunda-feira, 4 de março de 2019
Freira cultivam Canábis
Consideram-se freiras, mas dizem não
pertencer à Igreja Católica.
Plantam erva, fabricam azeite de canábis e seguem
os seus próprios rituais e fé.
Ainda que as mulheres vistam um
hábito semelhante ao das freiras católicas, as irmãs Kate e Darcy têm as suas
próprias crenças e o seu próprio sistema de fé. Mesmo a forma como se vestem,
hábitos brancos e calças de ganga, é uma escolha absolutamente pessoal.
A marijuana para fins medicinais é
legal na Califórnia e asseguram que o azeite de canábis que produzem não dá
qualquer moca, o negócio continua a ser ilegal visto que não têm todas as
licenças em dia. No entanto, elas "não dão muita importância ao assunto,
nem se mostram muito preocupadas. Estão à espera de ver o que se vai
passar". Será que esta despreocupação está, de alguma forma, ligada à sua
fé? Não estão ligadas a qualquer crença espiritual. São, isso sim, mulheres
obstinadas, que adoram o que fazem e que acreditam numa causa".
"Grande parte da sua 'religião' tem a ver com ajudar os outros e gostam
muito da ideia de o poderem fazer através da sua medicina.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019
domingo, 17 de fevereiro de 2019
Das palavras escritas
Olho, neste pôr do sol, o caminho já
andado e vejo uma paisagem infinita de palavras. De palavras escritas, de
palavras ditas que brotaram das fontes de onde nascem as madrugadas. Nunca
escrevi um texto desprendido de emoção. Jamais escreverei uma linha que não suba
a Serra da Arrábida, nem desça ao Rio Sado. Tantas páginas, tantos textos que
me desnudam o peito. É no silêncio onde guardo as coisas por dizer. A minha
caneta está ligada ao meu coração e escrevo com os dedos da alma. Escrevo os
dias que fomos, os tempos que somos. O amor que partilhei e reparti por
personagens sem fim, que se me entregaram, a quem me entreguei em tempestades
de paixões. Este desfile de palavras continua a nascer desta sede imensa que
apenas se sacia na própria vida. E sei, quando o meu sol desaparecer no
horizonte para as noites infinitas dos meus dias, que este Rio Sado se
aconchegará no oceano de todas as palavras criadas e naquelas que faltam
inventar. Escrevo porque amo a vida.
Vivo porque amo escrever!
sábado, 19 de janeiro de 2019
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