sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Joaquim D'Aboim apresenta CD na Casa do Alentejo, em Lisboa.


 Joaquim D’Aboim lança CD
na Casa do Alentejo, em Lisboa.
Joaquim Arlindo Maneta Alhinho, depois de décadas ligados ao jornalismo escrito, radiofónico e televisivo, faz também composições para inúmeros artistas portugueses.
Agora que dedica o seu trabalho em exclusivo à escrita dos seus livros e “empurrado” por alguns amigos ligados à música resolveu gravar um CD de originais ao qual denominou por «Esquecido» e adoptou o nome de Joaquim D’Aboim como nome artístico, em homenagem à sua terra natal: Vila Boim - Elvas.
Todas as canções têm uma temática diferente.
Todos os temas transmitem uma mensagem, talvez um alerta…
Este canta/autor Joaquim D’Aboim tem um estilo muito próprio.
São 12 as canções que compõe este primeiro CD do Joaquim D’Aboim com letras e algumas músicas da sua autoria, excepção feita ao tema “Eu vim das bandas do Sul”, da autoria de Paco Bandeira.
Este trabalho discográfico será Lançado Oficialmente no dia 6 de Outubro, às 15h00, na Casa do Alentejo, em Lisboa.
Com apresentação da Sandra Gonçalves o canta/autor Joaquim D’Aboim cantará todos os temas em dueto com artistas convidados bem conhecidos do panorama musical em Portugal.
Este lançamento contará também com o Coral da Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense composta por 50 elementos que farão o coro de todos os temas.

Fernanda Alves


























segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Entre o sono e o sonho 2018


Vai já no 4.º ano consecutivo que um dos meus poemas/letras é seleccionado para integrar o livro de «Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea».
É bom saber que os meus trabalhos poéticos são reconhecidos e dignos de figurar neste importante Compêndio Nacional.
Muito obrigado a quem sempre acreditou nos meus dotes literários.


quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Mistérios da Vagina




O orgasmo feminino é uma coisa da qual as mulheres percebem muito pouco, e
os homens ainda menos. Pelo facto de ser uma reação endócrina, que se
dá sem expelir nada, não se apresenta nenhuma prova evidente de que
aconteceu, ou de que foi simulado.

Diante deste mistério, investigações continuam, pesquisas são feitas,
centenas de livros são escritos, tudo para tentar esclarecer este assunto.

A acompanhar este tema, deu um destes dias uma entrevista na TV uma
conhecida sexóloga, que apresentou uma pesquisa feita nos Estados Unidos
na qual se mediu a descarga elétrica emitida pela vagina no instante
do orgasmo.

Os resultados mostram que, na hora H, a vagina dispara uma carga de
250.000 microvolts. Ou seja, 5 vaginas juntas, ligadas em série na
hora do "ai meu Deus", são suficientes para acender uma lâmpada. E uma
dúzia é capaz de provocar a ignição no motor de um Carocha com a
bateria em baixo.

Já existem até mulheres a treinar para carregar a bateria do telemóvel:
dizem que é só ter o orgasmo e, taruz... carregar.

Portanto, é preciso ter muito cuidado porque aquilo, afinal, não é uma
vagina: é uma torradeira elétrica!!! E se der curto-circuito no momento de
"virar os olhos"? Além de vesgo, fica-se com a doença de Parkinson e com
o pénis assado.

Preservativo agora já não dá: tem de se mandar encamisar na Michelin. E, no
momento da descarga, é recomendado usar sapatos de borracha, não os
descalçar e não pisar o chão molhado.

É também aconselhável que, antes de se começar a afogar o ganso,
que se pergunte à parceira se ela é de 110 ou de 220 volts, não se vá
esturricar a "alheira".





domingo, 13 de maio de 2018