domingo, 19 de abril de 2015
Joaquim Maneta Alhinho a Presidente da República
Numa pertenceu a nenhum partido politico.
Jornalista, escritor e letrista vai usar o seu discurso fácil e humorista para chegar facilmente ao povo.
Uma surpresa e uma figura que as pessoas vão adorar conhecer.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Por detrás da máscara
A vida está tão cheia de
interrogações sem resposta, não está? Numa fracção de segundos, acontecimentos
aparentemente ao acaso podem fazer a diferença entre a vida e a morte. Algumas pessoas
passam de uma tragédia para a outra, enquanto existem outras em que tudo corre
na perfeição. Tudo isso nos deveria dizer aquilo de que precisamos para viver
pela fé.
Embora não seja um produto
recente (especialmente no mundo ocidental) tem tido aceitação em anos recentes
a ideia que defende a natureza relativa da verdade. Isto é, o que é verdade
para uma pessoa, ou para uma cultura, poderá não ser verdade para outra. Ainda
que, a um certo nível, isto seja sempre correto (nalguns lugares conduz-se pelo
lado direito da estrada, noutros pelo esquerdo), a outro nível, isto é um erro
perigoso, sobretudo no âmbito moral. Certas coisas são corretas e outras são
erradas, independentemente do local onde vivamos ou das nossas preferências
pessoais. No final de tudo, onde se encontra o conhecimento do que é certo e
errado, do bem e do mal?
Como se pode ver, esta ideia
de fazermos aquilo que é certo aos nossos próprios olhos não é nada de novo.
Contudo, era algo tão errado naquele tempo como é agora. Como já vimos, nenhum
de nós entende todas as coisas; de facto, não há nada que compreendamos totalmente.
Todos temos áreas em que precisamos de crescer e de aprender, pelo que devemos
estar sempre abertos ao facto de que não possuímos todas as respostas.
No caso dos tolos, a razão para
se estar preocupado é que a influência das suas tolices vai além deles mesmos.
Estão presentemente mais convencidos da sua sabedoria do que nunca; por
conseguinte, insistirão nas suas tolices. Poderão eles ser tão convincentes que
outros irão pensar que eles são sábios, vão-lhes prestar honras e consultá-los
em busca de conselhos, coisa que poderá levar a grandes problemas. A tolice vai
espalhar-se, mas, rotulada de “sabedoria”, poderá ser muito mais destruidora.
Além disso, os tolos são tão tolos que não estão cientes da sua tolice.
Com que frequência nos
sentimos tentados a fazer cedências naquilo que sabemos serem valores essenciais,
verdades fundamentais? O que acontece, porém, quando certos valores essenciais
se chocam? De que modo podemos saber quais os valores que têm primazia sobre os
outros?
terça-feira, 14 de abril de 2015
Candidato às Eleições Presidenciais/2016
Eu, Joaquim Arlindo Maneta Alhinho, assumo a minha candidatura ao cargo de Presidente da República Portuguesa, nas eleições a realizar em Janeiro de 2016.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
domingo, 29 de março de 2015
sábado, 28 de março de 2015
Vamo-nos arrastando...
Arrastamos
os dias como podemos e sabemos. Às vezes encarrilamos em tarefas que, de algum
modo, nos divertem; outras vezes sentimos desafios e entusiasmos; por vezes
ficamos entristecidos, zangados e infelizes; mas, genericamente distraímo-nos
com pequenos acontecimentos e afazeres que esquecemos mal terminam e parecem
não deixar qualquer rasto.
Os dias
correm com alguma monotonia, ainda que os mais hábeis aprendam a dosear as
quantidades certas da rotina que os tranquiliza e da novidade que os desperta e
inquieta.
Excepcionalmente,
muito excepcionalmente, alguns mergulham em estado de graça.
Vinda de um
confim qualquer, indizível e misterioso, chega à consciência uma espécie de
energia transformadora que faz a diferença.
Porque tal
acontece, tudo o que nos rodeia ganha uma nova e diferente profundidade e
nitidez. As cores, os odores, as formas, deixam de ser as conhecidas, as
vulgares de sempre e adquirem um tom brilhante como se um manto diáfano de belo
cobrisse tudo. As pessoas com que nos cruzamos parecem vivificadas, mais
interessantes, humanas e calorosas. As cidades, os prédios, as ruas, os
escritórios deixam-se também tocar por essa estranha graça que os transforma em
organismos quase vivos, claros e vibrantes. Os problemas por resolver, as
dúvidas do costume, as expectativas acalentadas e escondidas, de repente perdem
peso, perdem espaço. Uma inefável sensação de bem-estar impregna de leveza e
claridade o que pouco antes era amorfo, incolor e mesmo obscuro.
O corpo, o
nosso corpo, transforma-se num santuário de prazer. Um prazer beatífico mas
pungente que emana em todas as direcções e que, também ele leve e renovado,
consegue fazer as pazes com todas as antigas maleitas, todas as imperfeições,
todas as insuficiências antes conhecidas e experimentadas.
Alguns
associam este estado de graça a acontecimentos específicos como uma paixão
amorosa, uma gravidez muito desejada ou uma situação capaz de introduzir
ruptura com os sentidos habituais, como por exemplo a sobrevivência a uma doença
ou a acidente grave.
Outros sabem
que o estado de graça pode acontecer apenas porque sim, eventualmente para nos
fazer sentir que viver pode ser, além de um facto de natureza, uma dádiva única
que há que celebrar.
Joaquim Maneta Alhinho
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