sábado, 2 de maio de 2015
domingo, 26 de abril de 2015
E vós?
“E
vós, quem dizeis que eu sou?”.
A
pergunta que Jesus fez há 2.000 anos continua a assombrar a História. As
pessoas têm dado muitas respostas diferentes. Um grande mestre. Um profundo
moralizador. Uma personificação da verdade. Um monumento ao altruísmo. Um
profeta corajoso. Um reformador social. Um grande modelo de tudo o que o ser
humano deveria ser.
A resposta
à pergunta que Jesus fez não pode ser nada menos do que a confissão de Pedro:
Jesus é “o Cristo de Deus”. “Cristo” significa o “Ungido”, o “Messias”, cuja
missão não é a de um libertador político, mas a do Salvador que vai libertar a
Humanidade das garras de Satanás e do pecado e dar início ao Reino da Justiça.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
segunda-feira, 20 de abril de 2015
O preguiçoso
“O preguiçoso mete a mão no
prato e não quer ter o trabalho de a levar à boca.” Outras versões, judeus da
Idade Média usam a expressão “esconde a mão no seio”.
Assim como há estudantes que
dedicam mais tempo e energia a prepararem-se para fazer batota num exame do que
a estudar para ele, é uma ironia que as pessoas preguiçosas se esforcem
arduamente para encontrar explicações para a sua preguiça!
Só que, procedendo dessa
maneira, perdem-se todas as oportunidades que a vida oferece. Nunca
desfrutaremos da beleza da rosa, se não corrermos o risco de nos picarmos nos
seus espinhos. Não seremos capazes de dar passos em frente, se tivermos medo de
obstáculos. As pessoas que não ousam envolver-se nunca provarão o gosto da
plenitude da vida.
Assim como uma porta gira nas
suas dobradiças, mas não vai a parte nenhuma, também os preguiçosos dão voltas
na sua cama; isto é, mudam de posição, mas também não vão a parte alguma.
Podem levar a mão até ao prato, mas são
demasiado preguiçosos para levar a mão com a comida de volta à boca!
Contudo, ainda pior é a sua
preguiça intelectual, a sua mente fechada e a sua certeza quanto às suas opiniões
pessoais. Portanto, estão sempre certos, são mais sábios do que sete pessoas
entendidas, e estão fechados a outros pontos de vista, talvez bem mais sensatos
do que os seus. Aqueles que pensam que têm todas as respostas normalmente não
as têm.
Os homens não serão
condenados por terem acreditado na mentira conscienciosamente, mas porque não
acreditaram na verdade, porque não aproveitaram a oportunidade de aprender o
que é a verdade.
Até que ponto compreendemos a nossa função em
proporcionar a outros a “oportunidade” de aprenderem o que é a verdade? Onde
começa a nossa responsabilidade e onde é que termina?
domingo, 19 de abril de 2015
Joaquim Maneta Alhinho a Presidente da República
Numa pertenceu a nenhum partido politico.
Jornalista, escritor e letrista vai usar o seu discurso fácil e humorista para chegar facilmente ao povo.
Uma surpresa e uma figura que as pessoas vão adorar conhecer.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Por detrás da máscara
A vida está tão cheia de
interrogações sem resposta, não está? Numa fracção de segundos, acontecimentos
aparentemente ao acaso podem fazer a diferença entre a vida e a morte. Algumas pessoas
passam de uma tragédia para a outra, enquanto existem outras em que tudo corre
na perfeição. Tudo isso nos deveria dizer aquilo de que precisamos para viver
pela fé.
Embora não seja um produto
recente (especialmente no mundo ocidental) tem tido aceitação em anos recentes
a ideia que defende a natureza relativa da verdade. Isto é, o que é verdade
para uma pessoa, ou para uma cultura, poderá não ser verdade para outra. Ainda
que, a um certo nível, isto seja sempre correto (nalguns lugares conduz-se pelo
lado direito da estrada, noutros pelo esquerdo), a outro nível, isto é um erro
perigoso, sobretudo no âmbito moral. Certas coisas são corretas e outras são
erradas, independentemente do local onde vivamos ou das nossas preferências
pessoais. No final de tudo, onde se encontra o conhecimento do que é certo e
errado, do bem e do mal?
Como se pode ver, esta ideia
de fazermos aquilo que é certo aos nossos próprios olhos não é nada de novo.
Contudo, era algo tão errado naquele tempo como é agora. Como já vimos, nenhum
de nós entende todas as coisas; de facto, não há nada que compreendamos totalmente.
Todos temos áreas em que precisamos de crescer e de aprender, pelo que devemos
estar sempre abertos ao facto de que não possuímos todas as respostas.
No caso dos tolos, a razão para
se estar preocupado é que a influência das suas tolices vai além deles mesmos.
Estão presentemente mais convencidos da sua sabedoria do que nunca; por
conseguinte, insistirão nas suas tolices. Poderão eles ser tão convincentes que
outros irão pensar que eles são sábios, vão-lhes prestar honras e consultá-los
em busca de conselhos, coisa que poderá levar a grandes problemas. A tolice vai
espalhar-se, mas, rotulada de “sabedoria”, poderá ser muito mais destruidora.
Além disso, os tolos são tão tolos que não estão cientes da sua tolice.
Com que frequência nos
sentimos tentados a fazer cedências naquilo que sabemos serem valores essenciais,
verdades fundamentais? O que acontece, porém, quando certos valores essenciais
se chocam? De que modo podemos saber quais os valores que têm primazia sobre os
outros?
terça-feira, 14 de abril de 2015
Candidato às Eleições Presidenciais/2016
Eu, Joaquim Arlindo Maneta Alhinho, assumo a minha candidatura ao cargo de Presidente da República Portuguesa, nas eleições a realizar em Janeiro de 2016.
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