sexta-feira, 17 de julho de 2015
terça-feira, 14 de julho de 2015
quarta-feira, 24 de junho de 2015
O elogio
O elogio
Terapeutas que trabalham com famílias divulgaram numa recente pesquisa,
que os membros das famílias estão cada vez mais frios, mais distantes, o
carinho é cada vez menor, não se valorizam as qualidades, facilmente se ouvem
críticas destrutivas.
As pessoas estão cada vez mais intolerantes e desgastam-se na valorização
dos defeitos dos outros.
Por isso, as relações de hoje não duram.
A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias. Não
vemos mais os homens a elogiar as suas mulheres ou vice-versa, não vemos os
chefes a elogiar o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos
a elogiar-se; etc.
Só vemos futilidades: valorizam-se artistas, cantores, jogadores,
pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por consequência, são
pessoas que têm a obrigação de cuidar do corpo, do rosto, das aparências.
A ausência de elogio afecta muito as pessoas e as famílias.
Há falta de diálogo nos lares. O orgulho e a agitação da vida impede
que as pessoas digam o que sentem.
Depois despejam-se essas carências nos consultórios.
Acabam-se casamentos, alguns procurando noutra pessoa o que não
conseguem dentro de casa.
Vamos começar a valorizar as nossas famílias, os nossos amigos, alunos
ou subordinados.
Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza do
parceiro ou parceira, o comportamento de nossos filhos.
O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho fica feliz por
ser louvado, o pai e a boa mãe sentem-se bem ao serem amados e amparados.
O amigo quer sentir-se apreciado.
Vivemos numa sociedade em que cada um precisa do outro; é impossível
uma pessoa viver sozinha e sentir-se feliz. Os elogios são forte motivação na
vida de cada um.
Quantas pessoas posso fazer hoje feliz elogiando-as de alguma forma?
Quer um abraço? Um beijo? Ou apenas dizer que gosto muito de si?
sábado, 30 de maio de 2015
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Perdoa-me
Etiquetas:
Letras musicadas
O amigo como inimigo
Se ficamos mais decepcionados
com os nossos amigos do que com os inimigos é porque esperamos receber o bem
dos amigos e o mal dos nossos inimigos. Nem sempre, porém, as coisas funcionam
assim, pois não? É por esta razão que se previne de que, por vezes, um amigo comportasse
como um inimigo e o inimigo age como um amigo.
Quando é que uma censura ou
repreensão pode ser um sinal de amor?
O amor não tem só a ver com
beijos e palavras doces. O amor, por vezes, obriga-nos a censurar um amigo ou
um filho e pode correr o risco de parecer desagradável, condenatório e crítico.
Podemos até vir a perder amigos pela nossa sinceridade ao nos expressarmos.
Contudo, se não advertirmos os amigos a respeito do que andam a fazer,
especialmente se é algo que lhes possa causar dano, então que tipo de amigos
somos nós?
Uma censura aberta é também
um sinal de que o nosso amor não assenta em ilusões e fingimentos, mas baseia-se
na verdade e na confiança.
Qual pode ser o resultado da confrontação
entre amigos?
A imagem do ferro a aguçar-se
com o ferro sugere um benefício recíproco. Uma amizade posta à prova por
verdadeiro confronto melhorará não apenas a qualidade da amizade, mas também
estimulará e fortalecerá a personalidade de ambos. As respectivas armas
ganharão mais eficácia. Acabaremos por ficar mais apetrechados para lutas
futuras. As pessoas que se refugiam em si mesmas e unicamente nas suas ideias
pessoais, e nunca se confrontam com o desafio de opiniões diferentes, não se
desenvolverão no conhecimento, nem no carácter.
Já alguma vez recebeu uma
censura por alguma coisa que poderia realmente provocar-lhe dano?
Imagine que não recebia
advertência nenhuma a tal respeito. Tendo isto em mente, se tivesse de fazer o
mesmo em relação a outra pessoa, como poderia fazê-lo de maneira redentora, em
vez de maneira condenatória e crítica?
Qual
é o seu nível pessoal de abertura e de transparência naquilo que diz? Que nível
de desconexão há entre as suas palavras e os seus pensamentos? Acha realmente
que uma tal duplicidade pode ser mantida indefinidamente?
sábado, 2 de maio de 2015
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