quinta-feira, 8 de outubro de 2015
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Carlos Cruz: Um INOCENTE na prisão
Estou INOCENTE!
Não fiz nada do que me
acusam no Processo Casa Pia. Nunca tive relações homossexuais com ninguém de
nenhuma idade. Sou heterossexual militante e nunca tive relações com nenhum
menor.
A minha família sabe que
estou inocente, os meus amigos que conhecem a minha vida sabem que estou
inocente. O Ministério Público sabe que estou inocente. O Sr. Carlos Silvino
sabe que não me conhece de parte nenhuma antes do Processo. As vítimas sabem
que estou inocente - podendo ter criado uma fantasia, consciente, inconsciente
ou manipuladas por alguém que lhes incutiu "falsas memórias" fenómeno
perfeitamente comprovado e aceite por toda comunidade científica internacional
e nacional.
Mas, se estou inocente,
porque fui acusado? Porque me envolveram num dos processos mais sórdidos da
Justiça portuguesa? O meu nome era um nome que daria credibilidade à mentira.
Em 2002, nada foi
investigado a meu respeito: nem escutas, nem vigilâncias, nem buscas a minha
casa ou ao escritório ou aos estúdios, nenhuma análise aos meus computadores,
nenhum interrogatório a ninguém da minha família ou das minhas relações, não me
foi apreendido sequer o telemóvel, nenhum interrogatório em Elvas (excepção de
um vizinho "inimigo" da D. Gertrudes, que nada confirmou) nenhum interrogatório
aos habitantes ou vizinhos do edifício das Forças Armadas (excepção à dona do
apartamento, entretanto falecida, e à mulher da limpeza que negaram tudo)
nenhum interrogatório ao dono ou aos empregados da empresa de estafetas a quem
pertence a célebre porta das traseiras. NADA. Prenderam para investigar e...não
investigaram!
Tudo isto teve que ser
feito pelas defesas, arrolando testemunhas que deviam ter sido interrogadas
pela investigação!
Mais, não só não existiu
investigação, como esta ainda cometeu erros grosseiros que vão constituir um
dossier a ser apresentado ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.
É difícil afirmar
peremptoriamente o que terá provocado este comportamento principalmente se
pensarmos que a Polícia Judiciária é uma instituição prestigiada. Podemos
especular com a teoria muitas vezes apresentada em casos estrangeiros de que a
investigação partiu do princípio de que a história era verdadeira e, por isso,
não era necessário investigar muito. É uma teoria muito defendida em muitos
casos.
Por outro lado não
esqueçamos que esta investigação especialmente foi dirigida pelo Ministério
Público que cedo avocou o processo retirando a investigação à PJ.
O certo é que os erros
foram cometidos. Pré convicção? Negligência? Incompetência? Má-fé?
Por tudo isto seria útil
uma investigação séria à investigação. Até porque a grande vantagem de toda a
publicidade deste processo é que todos os responsáveis têm nome e não quero
generalizar pois estaria a culpar toda a Justiça e eu ainda quero acreditar que
temos pessoas competentes e sérias nos diversos órgãos Judiciários no nosso
país. Serviria a Justiça, a Democracia, o País. Para memória futura!
Carlos Pereira Cruz
terça-feira, 8 de setembro de 2015
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
O Estado enganou-me.
O Estado enganou-me e enganou todos nós. Tive uma vida mais ou menos confortável, mas a partir de certa altura praticamente metade do que eu ganhava confiava ao Estado para tomar conta do meu dinheiro.
E o Estado enganou-me e não me quer dar aquilo a que tenho direito, a mim e a todos os portugueses. Reconheço que fui também penalizado pela idade, mas mesmo assim, sinto-me ultrajado, indignado, revoltado e muito solidário para com aqueles que têm reformas menores que a minha. E a minha dá para (sobre)viver, porque tenho felizmente a habitação paga.
Grandes ladrões! Acresce dizer que estão autorizados por nós…
Não me venham com partidos! Não me venham com governos, porque, para esse peditório eu já dei.
Como última esperança gostaria de ver um governo, cujos ministros fossem as pessoas que em Portugal mais conhecimentos e experiência comprovada têm em Economia, Saúde, Justiça, Educação, Segurança, etc…, independentemente de saber se têm ou não partido político.
E o Estado enganou-me e não me quer dar aquilo a que tenho direito, a mim e a todos os portugueses. Reconheço que fui também penalizado pela idade, mas mesmo assim, sinto-me ultrajado, indignado, revoltado e muito solidário para com aqueles que têm reformas menores que a minha. E a minha dá para (sobre)viver, porque tenho felizmente a habitação paga.
Grandes ladrões! Acresce dizer que estão autorizados por nós…
Não me venham com partidos! Não me venham com governos, porque, para esse peditório eu já dei.
Como última esperança gostaria de ver um governo, cujos ministros fossem as pessoas que em Portugal mais conhecimentos e experiência comprovada têm em Economia, Saúde, Justiça, Educação, Segurança, etc…, independentemente de saber se têm ou não partido político.
sábado, 29 de agosto de 2015
Porque tarda a libertação de Carlos Cruz? Liberdade para um homem inocente...
Porque tarda a libertação de Carlos Cruz? Faça-se justiça e libertem um
homem inocente!
Este senhor é um cidadão português a quem lhe foi tirada a
possibilidade de ter uma vida normal, de continuar a sua excelente carreira
profissional, de garantir a felicidade dos seus entes mais próximos. Cometeram
uma das maiores atrocidades que se pode fazer a um ser-humano, acusar
injustamente. Agora imagine se um dia lhe fazem
As dez principais testemunhas/vítimas cujos depoimentos, em conjunto levaram
à condenação de Carlos Cruz, já afirmaram em cartas enviadas ao Tribunal, de
que ele é inocente e está preso injustamente.
Francisco Guerra, Lauro David Faustino Nunes, João Paulo do Corro
Lavaredas, Carlos Miguel Oliveira, Mário Pompeu, Pedro Miguel Capenhe Pinho, Luís
Filipe Cardoso Marques, Ilídio Augusto Marques, Ricardo Manuel Oliveira e
Ricardo Rocha, todos eles já vieram a público afirmar que este caso foi uma
FARSA e que ACUSARAM Carlos Cruz porque foi o nome que sempre aparecia na lista
que a PJ lhes fornecia. Admitiram mesmo, que tinham que o acusar senão não
receberiam os 50 mil euros.
Todos eles já pediram desculpas ao Carlos Cruz e escreveram aos juízes
manuscritos afirmando a inocência do “Senhor Televisão”.
Só o conheciam da TV e era o nome mais fácil de
fixar, dado que era uma figura pública que todos conheciam dos écrans.
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