Conheci estes amigos numa Gala da DDI onde tive o privilégio de os apresentar em palco em parceria com a amiga e agora mana Vanda Pinto.
Desde esse dia fiquei fã do Grupo Vocálise dirigidos com sabedoria pelo maestro Beto Simões.
A meu convite já estiveram em vários espectáculos sempre de enorme sucesso e a deixarem por onde passam uma legião de admiradores das suas vozes e da sua musicalidade.
Nunca tive hipóteses financeira nem patrocinadores para lhes pagar um lanche ou um almoço. Lamentavelmente, digo eu!
Um grupo de amigos que simplificam o que parece complicado.
De Caneças vem sempre uma lufada de ar fresco e uma alegria contagiante para além das suas soberbas actuações.
Mais uma vez disseram SIM para estarem presentes na Sessão de Apresentação do meu novo livro, na FNAC do Vasco da Gama.
Eles são de outra galáxia e pertencem ao "Planeta 100 Nome" onde só cabem pessoas desta dimensão cultural.
quinta-feira, 7 de abril de 2016
quarta-feira, 6 de abril de 2016
FNAC - Vasco da Gama com Joaquim Maneta Alhinho
Estou a contar convosco para uma animada tarde de Sábado, dia 9 de Abril, pelas 16h00, na FNAC do Vasco da Gama - Parque das Nações, em Lisboa.
Uma Sessão de Apresentação do meu novo livro «PURINAPAKOVA» com muita musicalidade.
Quero ver os meus amigos de Lisboa por lá, ok?
Provem que são realmente meus amigos
Uma Sessão de Apresentação do meu novo livro «PURINAPAKOVA» com muita musicalidade.
Quero ver os meus amigos de Lisboa por lá, ok?
Provem que são realmente meus amigos
terça-feira, 5 de abril de 2016
Já se imaginou enclausurada durante 22 anos?
Já se imaginou enclausurada durante 22 anos?
Já se imaginou durante todos estes anos não saber nada dos seus familiares e dos seus amigos?
Quando consegue uma fuga (quase impossível) não sabe o nome da sua terra e não conhece a evolução do mundo exterior.
Imagine-se...Leia!
Já se imaginou durante todos estes anos não saber nada dos seus familiares e dos seus amigos?
Quando consegue uma fuga (quase impossível) não sabe o nome da sua terra e não conhece a evolução do mundo exterior.
Imagine-se...Leia!
segunda-feira, 4 de abril de 2016
quinta-feira, 31 de março de 2016
A escritora Dora Ferreira fala sobre o livro «PURINAPAKOVA»
Na impossibilidade de estar presente neste evento, tendo em
conta que tenho um compromisso profissional inadiável, não poderia deixar de
dizer algumas palavras ao amigo Joaquim Maneta Alhinho, umas dirigidas a ele
mesmo – Ser único e carismático, e outras referentes à obra PurinaPakova que li
com entusiasmo desde a primeira à última frase.
Em relação ao Joaquim, não encontro adjectivos suficientes
para o descrever, limito-me, então, a dizer duas palavras apenas, tal como fiz
na entrevista televisiva que dei aquando o lançamento deste livro: Ele é um
“Ser Humano”. Talvez pareça banal dizer que uma pessoa é um Ser Humano, e
deveria, mas não é! Não há muitos seres humanos, amigos do seu amigo,
versáteis, honestos, sinceros e profissionais, pois são demasiadas características
para uma só pessoa, nos tempos que correrem – o que é lamentável – mas
infelizmente é assim. O Joaquim tem todas estas características e ainda bem!
Outra das suas “artes” é a escrita - posso apelidá-lo de
escritor, porque o É!
Não só escreve muitíssimo bem, como ousa desafiar os
leitores a entrar na sua nau e a embarcar nas suas histórias, sem nos deixar
desistir, apesar de podermos ter que enfrentar tempestades.
Ao ler o PurinaPakova somos invadidos por sentimentos e
emoções que chegam a ser bárbaros.
Primeiro comtempla-nos com uma deliciosa história, que
inspira romance, mas depois enverga por um caminho que grita por desbravo e
deixa a nu verdades cruéis acerca da igreja católica e do estado do Vaticano.
Fiquei chocada – confesso, mas não incrédula – infelizmente.
Sei que tudo o que ali está escrito é a mais cristalina realidade. Verdade
essa, que se tem que levar a conhecimento universal, verdade essa, que tem que
ser levada à barra dos tribunais criminais – e sobretudo ao tribunal europeu dos
direitos do homem (entenda-se direitos humanos).
Àquelas mulheres roubam a identidade, roubam a liberdade,
roubam o mais elementar direito humano – o direito à vida. E digo “roubam”
porque assim o é. Diz o direito – área em que sou formada, que a expressão
Roubar só pode ser utilizada quando é usada violência, e este é, sem dúvida, um
exemplo disso mesmo.
Termino, deixando um apelo ao Amigo Joaquim, para que leve
esta obra a bom porto, que a faça ser lida, que dê conhecimento ao mundo das
selvajarias que se fazem no Vaticano às humildes mulheres que caem nas malhas
daqueles demónios que operam em nome de Deus para cometer atrocidades
inqualificáveis.
Não deixe esta obra por mãos alheais.
Mais uma vez, reitero, leve-a ao conhecimento global,
denuncie, pois assim estará não só a mostrar o seu talento enquanto escritor e
jornalista de investigação, como estará, também, sem dúvida, a ajudar mulheres
- entenda-se “SERES HUMANOS” – por favor!
Um grande abraço.
DORA FERREIRA
segunda-feira, 21 de março de 2016
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